CARMELO

O JARDIM FLORIDO DE DEUS  

Origem

 

Quanto à origem da ordem carmelitana, remonta tempos muito antigos. O culto especial e a devoção à Santa Mãe de Deus, remonta a origem da congregação carmelitana aos tempos do profeta Elias. Na Ordem Carmelitana, é guardada a tradição, na qual o profeta Elias, ao ver aquela nuvenzinha que se levantava no mar e a pegada d’homem, teria nela reconhecido a figura da futura Mãe do Salvador. Esta congregação teria sido fundada pelos discípulos dos profeta Elias e existido até os tempos de Jesus Cristo, sob o título “Servos de Maria”. Segundo uma tradição, aprovada pela liturgia da Igreja (dia de Pentecostes), um grupo de homens devotos aos profetas Eliseu e Elias, foram preparados por São João Batista para o advento do Salvador, ocasião em que abraçaram o cristianismo e construíram junto ao Monte Carmelo, um santuário à SS. Virgem, no mesmo lugar onde Elias vira aparecer aquela nuvenzinha, anunciadora da fecundidade da Mãe de Deus.

Historicamente documentado, temos que no século XII, o calabrês Bertoldo estabeleceu-se no Monte Carmelo com mais alguns companheiros, não sabendo-se se lá encontraram-se com a Congregação dos Servos de Maria ou se fundaram uma com este nome. Em 1209, Santo Alberto, Patriarca de Jerusalém escreveu as regras da Ordem, e por isto é considerado o primeiro legislador da Ordem Carmelita. Alguns anos depois, São Simão Stok, um eremita que vivia em solidão, e que tinha por morada um tronco oco de madeira, dirigiu-se ao Monte Carmelo, onde encontrou-se com os Servos de Maria e decidiu agregar-se à Congregação. Foi ele quem levou a regra escrita por Santo Alberto ao conhecimento do Papa Honório III, que aprovou e reconheceu a Ordem Carmelita. Fundou a Irmandade do Escapulário a pedido de Nossa Senhora do Carmo.

A instituição oficial das Irmãs Carmelitas e da ordem Terceira do Carmo deve-se ao Beato João Soreth. Apesar de já estarem presentes, em meados do século XV, deu forma canônica e empreendeu todos os esforços junto à Santa Sé para obter do Papa o reconhecimento e aprovação dos Institutos legais.

No século XVI, durante o pontificado de Gregório XIII, Santa Tereza D'Ávila reformou a Ordem Carmelita, tendo pessoalmente escrito a regra para o segmento feminino. Pediu auxílio de São João da Cruz que, ficou incumbido de escrever as regras do segmento masculino. Desde então, existem dois segmentos: Os da Antiga Observância, e os Descalços (ou Reformados).

 

Fonte: http://www.paginaoriente.com/santos/crocarm.htm

 

 

ORDEM DOS CARMELITAS DESCALÇOS – OCD        

A origem da Ordem dos Carmelitas Descalços confunde-se com a própria vida e obra de Santa Teresa de Jesus, a grande mestra da oração, reformadora e mãe dos “descalços”.
Dona Teresa de Ahumada y Cepeda, como se chamava, há 27 anos que vivia no grande Mosteiro da Encarnação de Ávila, local que abrigava cerca de 180 monjas, muitas delas vindas da mais alta nobreza da cidade. Teresa mesma era de uma família nobre, famosa por sua bravura nas batalhas dos reinos espanhóis cristãos contra os mouros (muçulmanos). Aos 20 anos de idade, essa bela, inteligente e cativante jovem ingressara nesse famoso mosteiro.
Aos 47 anos de idade, após uma vida religiosa repleta de futilidades e vãos cuidados, Teresa “dá um salto” gigantesco: resolve, por inspiração divina, fundar um mosteiro pobre, simples, inteiramente voltado à oração e contemplação: o mosteiro de São José de Ávila.
Há anos que Teresa, em sua “Encarnação de Ávila”, já vivia uma vida de intensa e profunda oração, que a levaram a um desejo ardente de implantar em sua amada Ordem um “novo estilo” de vida religiosa, mais voltado à contemplação. Na verdade Santa Teresa queria que sua querida Ordem Carmelita voltasse às origens, isto é, àquele estilo de vida dos “Padres do Monte Carmelo”, que ela tanto admirava por suas vidas austeras e inteiramente voltadas para Deus.
Podemos dizer assim que a fundação do Mosteiro de São José (24 de agosto de 1562), pequenino e pobre, abrigando apenas quatro jovens aspirantes, é a origem da Ordem Carmelita Descalça.
Apesar de seu imenso desejo, Teresa não pôde, no começo da existência do mosteiro de São José, ingressar nesse mosteiro que ela tanto amava. Ainda estava “ligada” por força de seus votos religiosos à Ordem Carmelita da antiga observância. Apenas depois de alguns anos de muita luta e de sofrimentos e incompreensões, é que Teresa teve consentimento de seus superiores para entrar na Ordem que ela fundara. Na verdade, insistia Teresa em dizer que “não fundava nada de novo”, porém que apenas desejava que a Ordem voltasse às suas origens, que seguisse aquele carisma primitivo e cumprisse fielmente a Regra de Santo Alberto de Jerusalém, que é a Regra da Ordem Carmelita. Podemos assim dizer que Teresa é mais “Reformadora” (pessoa que veio restaurar algo “defeituoso”) que propriamente “fundadora”.
Teresa inaugura no século XVI uma coisa, se não inconcebível, ao menos incrível: colocar por escrito suas experiências espirituais e sua história de vida. Antes dela, nenhuma outra santa ou mística tinha feito isso. A Inquisição “imperava” e tinha-se muito medo de se colocar “por escrito” experiências espirituais. Porém, por inspiração e ordem divinas e também por obediência a seus superiores, Teresa pôs-se a escrever. Graças aos seus escritos, foi possível não apenas conhecer detalhadamente sua biografia, mas também conhecer sua belíssima alma, eleita pelo Senhor e inteiramente voltada para a causa de seu Reino e da Igreja.
Através do Livro da Vida conhecemos sua história de vida, sua conversão, sua subida para os cumes da oração contemplativa e os maravilhosos dons que o Senhor se dignou conceder a sua serva. Através do Caminho de Perfeição conhecemos o que Teresa desejava para suas filhas espirituais, isto é, como ela queria que elas fossem. No livro Castelo Interior ou Moradas , Teresa detalha sua experiência de oração contemplativa, deixando como que “um guia” para quem a quisesse seguir pelo mesmo caminho da oração, no qual é exímia mestra.
Teresa de Jesus (como agora se chamava, após sua passagem para o Carmelo Descalço) era uma pessoa humana formidável. Era dotada de vários dons naturais e espirituais. Tinha uma alma cativante, um espírito alegre e juvenil, aliados a uma profunda vida de oração e a uma santidade genuína. Logo atraiu para si muitas almas sedentas da mesma vida que ela vivia e ensinava. Por causa disso, muitas outras fundações sucederam-se. Teresa, qual “peregrina de Jesus”, andava por terras de Espanha a fundar outras casas de oração contemplativa que ela chamava de os “pombais da Virgem”: Medina del Campo (1567), Malagón e Valladolid (1568), Toledo e Pastrana (1568), Salamanca (1570), Alba de Tormes (1571), Segóvia (1574), Beas e Sevilha (1575), Caravaca (1576), Villanueva de la Jara e Palência (1580), Soria (1581), Granada e Burgos (1582). A história dessas fundações foi muito bem documentada pela própria santa no livro das Fundações e também por documentos da época nas grandes biografias teresianas.
Faço aqui um parêntese para explicar essa tão “estranha” expressão para os nossos dias: Ordem Carmelita “ Descalça ” . Que significa isso? Naquele tempo, a expressão “descalço” não era nada estranha. Movimentos reformistas ocorridos em outras ordens religiosas também adotavam tal “título” ou “adjetivo”. A expressão “descalço” significava “vida rude e pobre”, nos termos da época. Assim, Santa Teresa, ao desejar que a ordem voltasse ao rigor primitivo, a uma vida de mais oração, de pobreza, desapego e simplicidade, estava querendo a “descalcês” para sua nova família religiosa. As monjas e frades que aderiam aos movimentos reformistas ditos “descalços”, o faziam para demonstrar seu desejo por uma vida de maior pobreza, sobriedade e sacrifício. Geralmente passavam a usar hábitos mais rudes, feitos de panos grosseiros, ásperos e pobres e, muitas vezes, também andavam descalços , visto que sapatos, naquela época, eram tidos como “objetos de luxo”, símbolos de uma vã vaidade. Já naqueles tempos havia os que de forma santa e justa “criticavam” as mudanças e adaptações ocorridas em suas ordens e congregações, achando que as mesmas já não andavam de acordo com suas Regras e Constituições.


 O QUE LEVOU SANTA TERESA A FUNDAR A OCD?


O imenso amor de Santa Teresa de Jesus pela Igreja Católica foi a “força motriz” que a levou a fundar a Ordem Carmelita Descalça. Teresa desejava opor uma espécie de “barreira espiritual” à difusão do Protestantismo, que a santa via como uma terrível desgraça para a Igreja naquela época. Para ajudá-la nesta tarefa é que Teresa, com a assistência do Senhor, começou a “convocar” esse pequeno, porém valoroso exército de almas santas e generosas.
Falamos das origens da Ordem no ramo feminino. Teresa também ansiava para que a reforma se estendesse aos frades carmelitas. As monjas seriam apóstolas e guerreiras pela oração e vida santa. Os frades seriam a “boca e mãos” do Espírito Santo no mundo. Santa Teresa era uma mulher forte e plenamente consciente da necessidade que a Igreja tinha (e ainda tem) de sacerdotes e religiosos santos, que através de palavras e exemplos difundissem o Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo e o carisma da Ordem pelo mundo.
Tal oportunidade iniciou-se através de dois frades carmelitas que se apaixonaram pelas idéias da santa: Frei Antônio de Jesus e Frei João de São Matias, que mais tarde mudaria o nome para Frei João da Cruz, o grande santo e doutor místico.

                                                   São Jão da Cruz

Esses frades iniciaram a reforma do ramo masculino com a fundação da pequeníssima e paupérrima comunidade de Duruelo . No início da reforma entre os homens, os mesmos às vezes exageravam no rigorismo de suas ações e penitências.
Teresa, amorosa e sabiamente, conseguiu que seus ardores por sofrimentos arrefecessem um pouco, visto que, para ela, havia mais virtude no amor puro a Deus do que na penitência pura. Depois desses primeiros frades muitos outros foram surgindo. Os conventos (pequenos e simples) se multiplicavam. O coração da Madre Fundadora estimava a todos os frades, porém, os que mais a cativavam eram especialmente dois: o santo Frei João da Cruz, imagem viva da perfeição na vida contemplativa e austera, e Frei Jerônimo Gracián da Mãe de Deus, modelo de frade zeloso e cheio de ardor missionário e apostólico. Os dois como que compunham as faces de uma mesma medalha: a de um frade perfeito, idealizado por Santa Madre Teresa de Jesus. Esses dois santos homens muito enriqueceram a Ordem e a Igreja com suas vidas cheias de méritos e exemplos e também através de seus escritos. Especialmente São João da Cruz, depois de canonizado, foi proclamado “Doutor da Igreja Universal” por causa de suas obras, cheias da ciência divina e do fogo do Espírito Santo.
 


DIFUSÃO DA ORDEM E AS “FORTES TORMENTAS”...

 

A nova Ordem, mesmo enfrentando a contínua oposição e hostilidade dos padres da Ordem Carmelita da Antiga Observância (apelidados na época como “padres do pano”, por causa de seus hábitos feitos com tecidos confortáveis e pelas largas capas que usavam), crescia continuamente; expandia-se por vários lugares na Espanha e também por países vizinhos, como França e Itália. No início do século XVII missionários foram enviados ao Novo Mundo, especialmente ao México e ao Peru (América Hispânica).
Após a morte da Madre Fundadora, suas antigas companheiras e testemunhas de sua vida e obras – Madre Ana de São Bartolomeu e Madre Ana de Jesus – deram continuidade aos trabalhos. Elas foram verdadeiras apóstolas do espírito teresiano nas citadas França e Itália, ajudadas por almas generosas que, naquelas terras européias, tinham se apaixonado por Teresa de Jesus (p. ex., a Beata Maria da Encarnação). Porém, como bem sabemos, toda obra de Deus sempre é e será provada no “fogo” da perseguição, da incompreensão ou da contradição. Jesus mesmo tinha previsto isso aos seus Apóstolos e discípulos.
Dentro da própria Ordem, religiosos movidos por outros interesses, cheios de orgulho e ou de “idéias próprias” (por exemplo, o “famoso” Padre Dória, Geral da Ordem), minaram aquela espiritualidade que Teresa tanto lutara para implantar nas almas de seus filhos e filhas tão amados. Nos séculos XVII e XVIII a Ordem sofreu seriamente com o desvio daquele carisma inspirado pelo Senhor a Santa Teresa. Podemos dizer que o ramo masculino foi o mais atingido pelas mudanças. Os filhos de Santa Teresa (claro que não sem a permissão de Deus) tomaram rumos diferentes do carisma primitivo. Isso causou na Espanha sérias baixas na Ordem, a ponto da mesma quase que extinguir-se ali. Sobrevivia, porém, na França, Itália e Holanda.
Quanto ao ramo feminino, o modo de ser e de viver das monjas, por força das Constituições (que ficaram quase que imutáveis) foi o mais preservado nessa “tempestade”. Claro que também elas sofreram em tais “tormentas” por causa do amor ao carisma teresiano original e por causa de alguns frades que também desejavam alterar-lhes o estilo de vida previsto nos escritos de Santa Madre Teresa de Jesus.
Porém, em todos os tempos, talvez o período mais difícil tenha sido aquele contido entre o final do século XVIII e início do século XIX. Naquela época, as idéias anticlericais e iluministas da Revolução Francesa e da Maçonaria foram amplamente difundidas, matando lentamente aquele espírito religioso, tradicional ao povo europeu. Governos regionais e até mesmo nacionais (p. ex., Napoleão Bonaparte), instigados e apoiados por lideranças maçônicas, colocavam-se abertamente contra o Papa e a Igreja, enchendo-os de calúnias, difamações, de chacotas, difundidas por meio de jornais, panfletos ou discursos inflamados. Na famigerada Revolução Francesa o sangue dos mártires correu abundante e generoso. São famosos os testemunhos da Beata Teresa de Santo Agostinho e suas companheiras, monjas carmelitas e mártires e do Beato João Batista e companheiros, mártires carmelitas descalços de Rochefort.
Ainda hoje a Europa sofre as conseqüências dessa época de perseguição à Igreja. Porém, Deus continuava enviando seus santos e santas à sua amada Igreja e à Ordem Carmelita Descalça. No final do século XIX, Santa Teresinha do Menino Jesus, com o suavíssimo perfume de sua vida encantadora, deu como que uma nova vida à Ordem. Muitos homens e mulheres, após sua morte, lendo seus escritos autobiográficos e testemunhos de suas co-irmãs, deixaram-se apaixonar pelo seu modo simples e direto de amar Deus. Podemos dizer que Teresinha do Menino Jesus explicou e “simplificou” Teresa de Jesus e João da Cruz. Outros santos, como o Beato Francisco Palau, pregador carismático e ardoroso missionário, e Santa Maria Maravilhas de Jesus, mulher forte, cheia de amor pelo Carmelo e pela Igreja, praticamente ressuscitaram a Ordem Carmelita Descalça na terra pátria de Santa Teresa de Jesus e São João da Cruz. Muitos outros santos e santas dos “tempos modernos”, como a Beata Elisabete da Trindade (França), a Beata Maria de Jesus Crucificado (Itália e Palestina), São Rafael Kalinowski (Polônia), Santa Teresa de Los Andes (Chile) e a Serva de Deus Maria José de Jesus (Brasil), com seus modos peculiares de ser, também foram perfeitos seguidores da Santa Madre, sendo poderosos difusores de sua espiritualidade em seus países e também no mundo.
Nesses ditos “tempos modernos”, especialmente no século XX, o sangue glorioso dos mártires ornou a OCD com a cor rubra do testemunho. São riquíssimos os testemunhos das Beatas Maria Pilar e companheiras, assassinadas por causa do ódio à fé, por revolucionários na famigerada Guerra Civil Espanhola; do Beato Afonso Mazurek, torturado e morto por nazistas num campo de concentração na Polônia e de Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein), famosa convertida do judaísmo ao catolicismo - que com sua inteligência e virtudes tão profundamente escreveu sobre o projeto de santidade desejado e planejado por Deus a cada homem e mulher – também morta pelo nazismo.
 


IMPORTÂNCIA HISTÓRICA E ECLESIAL DO CARMELO DESCALÇO


A importância do Carmelo Descalço na vida e na história da Igreja e da humanidade não está alicerçada em grandes obras culturais (p.ex., fundação de universidades ou colégios) ou assistenciais (p. ex., creches, asilos, hospitais, etc), mas nas grandes e belas almas ali fecundadas e oferecidas à Igreja e ao mundo. Santa Teresa chamava seus conventos de “pombais da Virgem”, isto é, locais onde almas sedentas de Deus eram acolhidas e “treinadas” para alcançarem grandes vôos para Aquele que habita as alturas. Falar do Carmelo muitas vezes é falar daqueles santos e santas que nele habitaram, sustentaram e enriqueceram, hoje colocados pela Igreja como “luzeiros” e modelos de vida evangélica. Porém, falar do Carmelo Descalço também é falar daqueles e daquelas que hoje em dia habitam essa “Montanha Sagrada” e que ao mesmo tempo a formam e constroem: a multidão de almas generosas que diária e continuamente se colocam aos pés da Trindade, oferecendo suas vidas em holocausto e sacrifício agradáveis ao Senhor.
Quem nunca ouviu falar das monjas de clausura? Seu título – Monjas Carmelitas – praticamente absorve todo o conhecimento que o mundo tem da Ordem. Com suas vidas recolhidas e dedicadas à oração em favor das almas e da Igreja, tanto bem fazem ao mundo e à Igreja! Quantos não compreendem sua vocação à clausura acusando-as de serem isoladas e “alienadas”. Que calúnia! Quem fala isso não sabe que milhares de pessoas, em todo o mundo, as procuram constantemente, para chorar-lhes as mágoas e sofrimentos, pedindo orações e conselhos. Quais outros “Cristos”, elas tomam para si os sofrimentos e dores dessas almas chorando e intercedendo continuamente ao Pai por elas.
Os frades, com o advento do Concílio Vaticano II, bem compreenderam sua missão no mundo, tão desejada por Teresa: serem almas apostólicas. Dedicam-se ao apostolado e pastoreio em paróquias e santuários, na manutenção de centros de espiritualidade, na pregação de retiros, na publicação de revistas e livros, na divulgação dos escritos de nossos santos e santas, no acompanhamento espiritual das monjas e dos leigos carmelitas descalços (Ordem Carmelita Descalça Secular).
A Ordem muito ainda tem a fazer pela Igreja... O Céu é o limite! Pois o Senhor está no meio de nós!

Fonte: http://ocdsprovinciasaojose.blogspot.com.br/2007/10/ordem-dos-carmelitas-descalos-ocd.html