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Bem-vindo!

PAZ E ALEGRIA!

Nós somos o Grupo Flor do Carmelo, pequena florzinha de Nossa Senhora do Carmo, estamos buscando viver a espiritualidade carmelitana na cidade de Bauru, centro-oeste paulista desde 23 de agosto de 2010, quando nos reunimos a primeira vez, ainda na casa de Juliana e Fábio, estes já estavam caminhando com a Comunidade irmã de Nossa Senhora do Carmo de Avaré-SP.

Atualmente nos reunimos na Paróquia Imaculada Conceição - R. Cyrênio Ferraz de Aguiar, nº 3-104 - Pres. Geisel em Bauru-SP todo 3º domingo às 17:00h.

 

                       

 

À todos os(as) irmãos(as) que tenham sede de intimidade com o Senhor e buscam uma espiritualidade para viver e uma comunidade para partilhar, estamos de braços abertos para acolhê-lo, aqueles que simplesmente desejam conhecer mais da espiritualidade do Carmelo, estamos felizes de por este meio partilhar com todos deste grande tesouro.

 

 

 


 

 

ORAÇÃO A SÃO LUÍS E SANTA ZÉLIA MARTIN

 

      Imagem relacionada

 

Ó Senhor, Deus de amor eterno, nos deixastes no bem-aventurado casal, Luís e Zélia Martin, um exemplo de santidade no casamento. Eles mantiveram a fé e a esperança no meio dos deveres e dificuldades da vida. Eles educaram suas crianças para se tornarem santas. Que as suas orações e exemplo possam apoiar as famílias na sua vida cristã e ajudar a todos nós a caminhar para a santidade. Se for conforme a Sua vontade, concedei-nos a graça que agora pedimos ....  Por intercessão de São Luís e Santa Zélia Martin através de Jesus Cristo, nosso Senhor. Amém.

Glória ao Pai – Ave Maria e Pai Nosso. 

AS RELÍQUIAS DOS SANTOS

 

Relíquia primária de São Luís e Santa Zélia Martin - fragmento do osso do braço esquerdo

 

 

Por Vanderlei de Lima - filósofo e escritor

 

Algumas pessoas ouvem falar em relíquias (reliquiae: restos) de santos, mas nem sempre conseguem entender bem o que são elas. Eis, pois, a razão deste artigo.

Comecemos definindo que “relíquia é um fragmento de osso ou um objeto que tenha alguma relação com a ossatura de um(a) Santo(a). Os fiéis católicos lhe prestam veneração e reverência” (E. Bettencourt, OSB. Pergunte e Responderemos n. 509, novembro de 2004, p. 513).

A rigor, distinguimos, de modo genérico, três tipos de relíquias: a primária ou de primeiro grau – relíquia por excelência que só é permitida a exposição após a cerimônia de Beatificação – é um osso ou fragmento de osso (ex ossibus) do Santo; a de segundo grau são as roupas ou indumentárias (ex indumentis) da pessoa falecida em odor de santidade e as de terceiro grau são panos (ex brandea) tocados nos ossos do santo, por isso muito comuns até para os Servos de Deus.

A Sagrada Escritura e a Tradição bimilenar da Igreja oferecem sérias bases para o culto às relíquias. Assim, já no Antigo Testamento havia grande respeito no sepultamento dos homens de Deus: Abraão (Gn 25,10), Jacó (Gn 50,12), José (Gn 50,24-26), Davi (1Rs 2,10) etc. Também sempre foi obra de caridade sepultar os mortos, ainda que para isso fosse necessário correr risco de morte (cf. Tb 1,21; 2,3-9).

A mesma S. Escritura atesta o valor das relíquias nas suas três modalidades. Desse modo, em meio a uma guerrilha dos moabitas, pessoas que estavam enterrando um ente querido, assustadas com as incursões militares dos guerrilheiros, jogaram o corpo do morto no túmulo do profeta Eliseu. Eis que o defunto, ao tocar, nos ossos do afamado profeta, voltou à vida e pôs-se de pé (cf. 2Rs 13,21). Pouco antes, o mesmo Eliseu usara o manto (indumentária) do grande profeta Elias para tocar as águas do Rio Jordão. Estas se abriram de modo que o profeta pôde por ele passar a pé enxuto (cf. 2Rs 2,14). No Novo Testamento, se lê que, “pelas mãos de Paulo, Deus operava milagres não comuns. Bastava, por exemplo, que sobre os enfermos se aplicassem lenços e aventais que houvessem tocado seu corpo: afastavam-se deles as doenças, e os espíritos maus saiam” (At 19,11-12). São tecidos tocados no corpo (ex brandea) do Apóstolo.

Entendendo isso, ao longo dos séculos e sem interrupção, os cristãos procuram sepultar os mortos e honrar seus restos mortais, bem como guardar roupas ou outros objetos de uso pessoal deles ou tocados em seus ossos como relíquias desse amigo de Deus que, agora, no céu, intercede por nós ainda peregrinos neste mundo, rumo à Pátria definitiva.

Certo é que nem todas as relíquias, especialmente as de santos antigos, são autênticas. Nem por isso, no entanto, o culto a elas deve ser rejeitado no seu todo, como se pregou, especialmente, no século XVI. Afinal, o abuso não tolhe o uso (abusus non tollit usum). Daí o Concílio de Trento (1545-1563), após ter reafirmado a correta doutrina sobre o respeito aos corpos dos mártires e demais santos, assegurou, com palavras duras em uso na época, o seguinte: os que afirmam que às relíquias dos santos não se deve veneração e honra, ou que elas ou outras sagradas recordações são inutilmente veneradas pelos fiéis; e que em vão visitam os fiéis lugares de sua recordação, com o objetivo de impetrar sua ajuda, estão condenados pela Igreja (cf. Justo Collantes. La fé de la Iglesia Católica. Madri: BAC, 1983, n. 776).

Aliás, São Tomás de Aquino já ensinava, no século XIII, que no culto às relíquias devia se evitar toda forma de superstição, quer por excesso de veneração, quer por observância de práticas vãs inconciliáveis com a reverência que se deve aos santos e por meio deles a Deus (cf. Suma TeológicaII/II 96, 4 ad 3; III § 4,2 ad 3). Mais: fazendo eco a legislações antigas, o Código de Direito Canônico em vigor, no cânon 1190, proíbe o comércio de relíquias e prescreve que até sua transferência de localidade necessita de licença da Santa Sé.

Eis um pouco do que ensina a Igreja sobre as autênticas relíquias.

 

Fonte: https://cnbbleste1.org.br/2016/03/as-reliquias-dos-santos/

 

 

 

100 ANOS DA OCDS NO BRASIL

 

 

No início do século XX se deu o estabelecimento firme e a expansão dos Carmelitas. Nessa época muitos frades carmelitas descalços europeus cruzaram o oceano para suas fundações. Em 1911 frades espanhóis fundaram no Sul do país, enquanto os italianos fundaram no Sudeste. Os frades romanos fundaram casas em Bom Jesus do Córrego/MG (1911-1919), Cambuí/MG (1911-1922), Capivari/MG (1911-1961), São Bento do Sapucaí/SP (1914-1927), Cataguases/MG (1923), Rio de Janeiro/RJ (1920), São Paulo/SP (1923). De todas estas fundações foram as do Rio de Janeiro e São Paulo que se firmaram.

Foi em São Bento que Frei Serafim organizou e fundou o primeiro grupo da então Ordem Terceira dos Carmelitas Descalços, no dia 1º de janeiro de 1918. Portanto estamos celebrando os 100 anos da presença da OCDS no Brasil e celebramos esse centenário em um ano muito especial para a Igreja no Brasil, pois é o ano em que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil  instituiu o Ano Nacional do Laicato,  sob a luz do pedido do Papa Francisco, de fazer crescer “a consciência da identidade e da missão dos leigos na Igreja”. Dessa forma, a Ordem dos Carmelitas Descalços Seculares - OCDS da Província São José,  está organizando com muito carinho o Fórum Santa Teresinha como atitude missionária em agradecimento a Deus pelos 100 anos de sua presença no Brasil, que acontecerá de 15 a 18/11/2018 em Aparecida-SP com o tema “No coração da Igreja serei o amor”. Somos muito gratos a Deus por tudo o que ele realiza em nós e através de nós na vivência de nossa vocação carmelitana enriquecendo a Ordem, a Igreja e o mundo com a nossa secularidade!

Agradecemos aos frades e monjas de nossa família carmelitana e aos membros da OCDS vivos e falecidos que contribuíram para as fundações das nossas comunidades e grupos. Que Deus recompense a cada um pelo seu SIM!

Que Nossa Senhora do Carmo, Santa Teresa, São João da Cruz, Santa Teresinha e todos os santos do Carmelo intercedam pelo Carmelo Secular para que sejamos sal e luz no mundo!

 

Luciano Dídimo, ocds

 

Fonte: https://ocdsprovinciasaojose.blogspot.com.br/

POESIA & CARMELO

 
                               Imagem relacionada
 

 

POESIA: TERESA DE JESUS - VIDA

 

 

Fugiu para o martírio
Para salvar almas
"Nada te perturbe"
Só queria ver a Deus
era o que desejava.

Doente sempre esteve
Dores suportava
"Nada te espante"
Só queria ver a Deus
era o que lhe consolava

Fez violência consigo mesmo Determinada determinação
"Tudo passa"
Só queria ver a Deus
era a sua oração.

Viveu entre Deus e o mundo
"Só Deus não muda"
Só queria ver a Deus
era sentimento profundo.

Humilhações, zombarias
Perseguições, desonra
"A paciência tudo alcança"
Só queria ver a Deus
era sua esperança.

Graças sobre graças
"Quem a Deus tem"
enamorada
Só queria ver a Deus
Se fez sua morada.

Saiu em missão apostólica
Andarilha, fundadora
"Nada lhe falta"
Só queria ver a Deus
era sua caminhada.

Já não vivia em si
de amor morria
"Só Deus basta"
Só queria ver a Deus
Para sempre....eternamente.


Marisa M. Ribeiro
Comunidade Santa Edith Stein - OCDS - Divinópolis/MG

Ser Carmelita

 
 
 
Vocação – palavra que usamos habitualmente e não sabemos bem o seu significado.
 
Vocação: é a graça que Deus nos concede para que possamos realizar aquilo a que nos chama.
 
É a capacitação que Deus nos concede para realizar algo. Deus capacita todos os chamados, ou seja, ele dá os meios, os instrumentos para segui-Lo.
 
Chamados a ser carmelita.
 
Se Deus te chamou a vida carmelitana, quer dizer que Ele te deu tudo o que necessitas para chegar a ser um bom carmelita.
 
Deus não chama ninguém a mediocridade.
 
Deus chama a ser em plenitude.
 
Ser carmelita é uma vocação específica, diferente de qualquer outra família religiosa. Ser carmelita é diferente de ser capuchinho, diferente de ser beneditino, diferente de ser marista, diferente de ser diocesano.
 
Por que é diferente?
 
Porque temos um carisma próprio – peculiar – de viver o Evangelho.
 
Temos um estilo, um modo, um jeito de seguir Jesus Cristo diferente das outras Congregações religiosas.
 
O que é ser Carmelita?
 
1º) Ser uma pessoa de oração.
 
Somos conhecidos na Igreja como uma família dedicada à oração. Precisamos mudar a nossa mentalidade a respeito da oração.
 
A oração não pode ser apenas um momento de repetir fórmulas prontas, mas um momento de intimidade com Deus.
 
A oração para nós “é um relacionamento de amizade com Aquele que sabemos que nos ama”.
 
A oração nasce da necessidade de um coração fascinado – atraído – enamorado – encantado por Deus.
A oração é...
- a água que vitaliza;
- o sol que ilumina;
- o motor que move e
- o alimento que fortalece
Ser orante e não apenas fazer oração. Viver na presença de Deus. Colocar os nossos olhos unicamente no Cristo. No dizer de Santa Teresinha: “Não se passou três minutos de minha vida sem que eu pensasse em Deus”.
 
2º) Viver em fraternidade.
 
O desejo de Santa Teresa de que reinasse em nossas comunidades o espírito de família.
 
Fraternidade = Frater = Frei = Irmão. Devemos viver como irmãos uns dos outros.
 
Diz Santa Teresa: Nessa casa ...
- todos hão de se amar;
- todos hão de ser amigos;
- todos hão de se querer bem;
- todos hão de se ajudar;
- todos hão de ser iguais.
 
Para tanto precisamos dialogar. Conhecer para amar.
 
Quanto mais santa tanto melhor de conviver.
 
3º) Ser alegre.
 
Com Santa Teresa se retoma o aspecto festivo da Vida religiosa.
 
Devemos ser realizados em nossa vocação e dar testemunho da alegria de ser carmelita.
 
Devo viver a minha vocação com alegria e não como um peso ou um castigo.
 
Diz Santa Teresa: “De santos tristes, livre-nos Deus”.
 
Não pessoas azedas, não pessoas carrancudas, não pessoas fechadas em si mesma, mas sim pessoas alegres, vibrantes, contentes, entusiasmadas.
 
Quanto mais santo, tanto mais alegre.
 
Por isso Santa Teresa introduz juntamente com as duas horas de oração mental, duas horas de recreação. Momento de lazer, de diversão comunitária.
 
4º) Amar e servir a Igreja.
 
Santa Teresa contempla as grandes necessidades da Igreja em sua época e busca fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudar a Igreja.
 
Amor filial: “Enfim morro filha da Igreja”
 
Quis que seus filhos estivessem ao serviço da Igreja: “Se não servires a Igreja, não terá cumprido com sua vocação”.
 
Comunhão – adesão –membros desse Corpo de Cristo.
 
Temos uma missão dentro da Igreja: FAZER COM QUE TODOS SEJAM AMIGOS FORTES DE DEUS.
 
5º) Ter a Virgem Maria como Mãe, Irmã, Modelo e Protetora.
 
O Carmelo é todo de Maria.
 
Desde o nosso nascimento no Monte Carmelo carregamos essa inestimável graça de ser reconhecidos como a Ordem de Maria.
 
Maria muito mais que nossa mãe e protetora é o grande modelo de vida. Ela é a que ouve a palavra, medita em seu coração e a põe em prática.
 
Para ouvir a Deus precisamos silenciar, por isso o carmelita é um grande amante do silêncio. No dizer de São João da Cruz: “Uma só palavra falou o Pai, Jesus Cristo, e falou no eterno silêncio e em silêncio deve ser ouvido pela alma”.
 


 

Para meditar devemos estar em sintonia com Deus, nos desligar de outras preocupações e aprender do próprio Deus. Ele é o nosso “Mestre interior”, o nosso “Livro vivo”.





Postado por Edna de Jesus no Blog da Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus - OCDS - São Roque em 1/25/2014 12:48:00 AM

O ESCUDO DA ORDEM

 

 

A representação do escudo carmelita aparece pela primeira vez em 1499 na capa de um livro sobre a vida de Santo Alberto. Neste desenho o símbolo gráfico aparece sob a forma de um vexillum (estandarte), que logo depois foi modificando-se nos detalhes até assumir a atual forma de escudo heráldico. Não existe uma explicação oficial do escudo, e, por isso mesmo, há uma diversidade de interpretações. Apresentamos aqui as interpretações mais comuns e sensatas.

No escudo tradicionalmente utilizado encontramos 6 elementos:

Uma montanha

Uma montanha estilizada, em geral de cor marrom, com as ladeiras curvadas, cujo cimo se projeta para o céu. Refere-se ao Monte Carmelo, lugar de origem da Ordem do Carmo, mas também categoria que simboliza um caminho espiritual, um projeto de vida, um itinerário para a união com Deus.

Uma cruz no cimo da montanha

No século XVII os Carmelitas Descalços ajuntam uma cruz no cimo da montanha. Também algumas províncias dos Calçados a usam também a partir deste mesmo século, especialmente na espanha. A Província Ciciliana dos Carmelitas da Antiga Observância colocavam a cruz da terra santa no alto do monte. Com o tempo o símbolo foi se definindo como distintivo dos descalços. A Cruz, nossa única esperança, representa o amado Cristo a quem o Carmelita serve com sua consagração e a quem busca unir-se.

Três estrelas

Os símbolos do escudo que mais gera diferentes interpretações são justamente estas estrelas. Uma, dourada, no centro do monte, abaixo; outras duas douradas fora do monte, no céu. Uma interpretação comum interpreta as estrelas como símbolos de personagens importantes da Ordem, estrelas de primeira grandeza, portanto, que brilham no céu do Carmelo. Na lógica desta interpretação a estrela do centro seria o símbolo da Virgem Maria e as outras duas Santa Teresa e São João da Cruz, para os Descalços; Santo Elias e Santo Eliseu, para os Calçados. Alguns ainda querem que uma das duas estrelas acima represente São José. Mas há uma outra interpretação que leva em conta o lugar das estrelas e o fato da Virgem Maria já estar representada no escudo com a Coroa de 12 estrelas. Por isso, segundo esta tradição, a estrela que está no centro do monte, de cor prata, representaria todos os frades que escalam o monte em sua vida terrena, destinados a alcançar a glória de Deus em seu cume. A estrela está no centro, na senda do nada que leva diretamente ao alto. As duas estrelas, de ouro, no céu, representa todos os irmãos que, tendo escalado o monte, reinam com Cristo e a Virgem no céu e intercedem, e iluminam os que ainda ascendem o mesmo monte.

Uma coroa de 12 estrelas

Este é o símbolo incontestável da Virgem Maria segundo a visão de São João no Apocalipse (Apoc 12,1) e por antiga tradição vista como símbolo de Maria, mãe da Igreja, rainha dos apóstolos (12), fundamentos do novo povo de Deus.

Um braço com uma espada de fogo

O braço, segurando a espada de fogo, é inequívoca representação do profeta Elias, pai e inspirador da Ordem, zeloso do Senhor.

Uma faixa com uma inscrição

A faixa, enrolada na espada de Elias, traz a frase do profeta ao ser questionado por Deus sobre o que fazia: “estou ardendo de zelo pelo Senhor Deus dos Exércitos” [1 Re 19,10]. É o grande lema do carmelita que busca a face de Deus, se apaixona por Ele e dedica cada fibra de si mesmo pela sua causa, vivendo em obséquio de seu Cristo, rosto visível de Deus.
 



Fonte: https://www.carmelo.com.br/

 


 

Tópico: Página inicial

Filmes

Data: 02/03/2013 | De: Gabriel

Olá, Gostaria de saber nomes de filmes que é relacionado aos Carmelitas e seus Santos.
Obrigado.

Re:Filmes

Data: 04/03/2013 | De: Juliana

Olá Gabriel,

PAZ E ALEGRIA!
Graças ao Bom Deus, temos várias produções de filmes, para conhecermos um pouco mais da vida dos santos, que se complementa sempre com a leitura de seus escritos.

Tem uma série sobre a vida de Santa Teresa de Jesus, dividida em 8 capítulos, pode ser encontrado na integra no you tube. Chama-se Teresa de Jesus.
De Santa Teresinha do Menino Jesus tem uma produção francesa Thérese, também disponível no you tube.
De Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) - A Sétima Morada, em DVD. (Editora Paulinas)
Do beato Tito Brandsma - Duas Cruzes em DVD. (Editora Paulinas)
De Santa Teresa dos Andes - Com mesmo título, são 3 dvds. (Editora Paulinas)
Das Carmelitas Mártires de Compiégne - Filme antigo em preto e branco, disponível no you tube. Produção francesa excelente.
Que conhecendo mais você possa se apaixonar pelo Carmelo! Fica com Deus!

Orações pelo Santo Padre e pelo Conclave

Data: 19/02/2013 | De: Grupo Flor do Carmelo

Queridos irmãos e irmãs em Cristo,

Neste período de mudanças, oremos para que o Espírito Santo ilumine e fortaleça o Santo Padre nos últimos dias de seu pontificado e conceda a Sabedoria e Entendimento necessários aos nossos cardeais para bem escolherem o novo Papa. E que o Senhor capacite e fortaleça o novo Papa! Oremos todos, ofereçamos todos nossos sacrifícios por uma boa e santa escolha. Deus os abençoe!

Irmãs Carmelitas em Marília

Data: 17/01/2013 | De: Paula Leme

Gostaria de saber se na cidade de Marília existe algum mosteiro das irmãs carmelitas, ou a cidade mais próxima onde eu poss encontrá-las... Grata

Re:Irmãs Carmelitas em Marília

Data: 22/01/2013 | De: Juliana

Olá Paula,
Paz e alegria!
Mosteiro de irmãs carmelitas mais próximo de você, seria em Franca ou Piracicaba. Entre no site: www.carmelo.com.br, tem o endereço de todos os Carmelos no Brasil, assim você poderá entrar em contato com elas. Você deseja ser carmelita? Que o Senhor a abençoe na sua busca... Fraterno abraço.

FELIZ NATAL DO SENHOR A TODOS!

Data: 25/12/2012 | De: Grupo Flor do Carmelo

Queridos irmãos e irmãs em Cristo,

Desejamos um Santo e Feliz Natal do Senhor a todos vocês e seus familiares. E que o Menino Jesus derrame sua bençãos sobre toda a Família Carmelitana!
Um fraterno abraço.

Parabéns

Data: 09/12/2012 | De: Luciano Dídimo

Parabéns ao Grupo Flor do Carmelo pela entrada na Associação e pela iniciativa do blog, que faz com que possamos levar a espiritualidade carmelitana ao mundo de forma criativa e interativa. Grande abraço!

Re:Parabéns

Data: 10/12/2012 | De: Juliana

Obrigado Luciano por todo o apoio que nos tem dado e por sua contribuição para cada um de nós refletirmos com alegria e profundidade este tempo do Advento. Deus o abençoe!

Parabens

Data: 15/11/2012 | De: Izildinha

Oi Juliana,gostei muito que os Santos e Santas Camelitas estejam intercedendo por nosso grupo.
Bom feriado

parabéns

Data: 10/11/2012 | De: Maria Eduarda

Gostei muito da iniciativa de vocês e o blog esta muito alegre e cheio de amor!!!
Beijos
maria eduarda

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