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PAZ E ALEGRIA!

Nós somos o Grupo Flor do Carmelo, pequena florzinha de Nossa Senhora do Carmo, estamos buscando viver a espiritualidade carmelitana na cidade de Bauru, centro-oeste paulista desde 23 de agosto de 2010, quando nos reunimos a primeira vez, ainda na casa de Juliana e Fábio, estes já estavam caminhando com a Comunidade irmã de Nossa Senhora do Carmo de Avaré-SP.

Atualmente nos reunimos na Paróquia Imaculada Conceição - R. Cyrênio Ferraz de Aguiar, nº 3-104 - Pres. Geisel em Bauru-SP todo 3º domingo às 17:00h.

 

                       

 

À todos os(as) irmãos(as) que tenham sede de intimidade com o Senhor e buscam uma espiritualidade para viver e uma comunidade para partilhar, estamos de braços abertos para acolhê-lo, aqueles que simplesmente desejam conhecer mais da espiritualidade do Carmelo, estamos felizes de por este meio partilhar com todos deste grande tesouro.

 

 

GUARDAR OS DOMINGOS PARA DEUS

 

   

 

AUTOR: SEBASTIÁN CORREA VELÁSQUEZ

 

Dominada pelo culto à velocidade, a vida atual torna difícil o cumprimento do Terceiro Mandamento da Lei de Deus. Entretanto, hoje, mais do que nunca, abundam os motivos para dedicar um dia ao Criador.

 

 

Madrugada de domingo numa modesta aldeia. O Sol deita seus primeiros raios, colorindo as alamedas de pedra por entre as árvores. De súbito, as badaladas do sino paroquial cortam o silêncio. Com seus trajes domingueiros, as famílias dirigem-se com vagar para a Santa Missa. Tudo convida à distensão e ao repouso.

Que diferença entre essa bucólica cena e a realidade das metrópoles modernas!… Pensemos em qualquer uma de nossas urbes cosmopolitas com milhões de habitantes: nelas também o Sol dominical desponta alvissareiro; contudo, gigantescos prédios comprimidos uns nos outros mal permitem aos raios matinais se esgueirarem pelas janelas dos apartamentos; além disso, uma grossa camada de poluição tolda o horizonte; a agitação e o ruído de veículos são incessantes e nem sequer à noite se detêm por completo. Se pararmos na rua algum apressado cidadão e lhe fizermos notar ser domingo, ele talvez nos olhe com surpresa, enquanto interrompe por poucos instantes suas atividades lucrativas. Ele não tem tempo a perder… nem mesmo aos domingos.

No sétimo dia, não farás trabalho algum

Não há na natureza o desenfreado ritmo das cidades hodiernas. Pelo contrário, observa-se nela uma sábia alternância de ação e repouso. Quando amanhece, revivescem as plantas, cantam os pássaros, tudo transborda de vitalidade. Mas, ao anoitecer, as criaturas retornam ao silêncio e à serenidade.

Kappl_Tirol_Austria.jpg  Sao_Paulo-SP - Brasil.jpg

   Não há na natureza o desenfreado ritmo das cidades hodiernas. Pelo contrário, observa-se nela uma sábia alternância de ação e repouso.  Acima, aldeia de Kappl, Tirol (Áustria); e abaixo a cidade de São Paulo.

 

Nem a alma humana escapa desse ciclo. Contudo, ela encontrará o seu verdadeiro descanso apenas na Visão Beatífica. Só ali, em presença do Autor de toda consolação, sentir-se-á plenamente aliviada de suas fadigas e preocupações. “A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo: quando irei contemplar a face de Deus?” (Sl 41, 3). Portanto, nada mais conveniente para nós, nesta nossa curta peregrinação terrena, do que haver certos dias consagrados exclusivamente à Religião, como benéfica antecipação do eterno repouso na celeste Bem-aventurança.

Se até Deus “descansou do seu trabalho” e “repousou de toda a obra da Criação” (Gn 2, 2-3), por que não seguir o seu exemplo? A fortiori quando não se trata somente de uma atitude a ser imitada, mas de uma ordem expressa nos mais claros termos: “Trabalharás durante seis dias, e farás toda a tua obra. Mas no sétimo dia, que é um repouso em honra do Senhor, teu Deus, não farás trabalho algum. […] Porque em seis dias o Senhor fez o Céu, e a Terra, o mar e tudo o que contêm, e repousou no sétimo dia” (Ex 20, 9-11).

A finalidade sobrenatural do sábado

Para os israelitas, povo eleito da Antiga Aliança, o dia dedicado ao Senhor era o sábado, vocábulo que em hebraico significa repouso.

Ora, no tempo de Jesus, os escribas e fariseus passaram a interpretar esse preceito da lei com exagerado rigor, tendo-o reduzido quase exclusivamente aos seus aspectos materiais. Esse desvio foi motivo de recriminações da parte do Divino Mestre e de ódio dos Doutores da Lei para com quem se manifestara “Senhor também do sábado” (Lc 6, 5). Assim, em certa ocasião, Ele os interpelou na sinagoga dizendo: “No sábado é permitido fazer o bem ou o mal; salvar uma vida, ou deixá-la perecer?” (Lc 6, 9). E curou em seguida o pobre homem da mão seca, fazendo brilhar sua bondade e onipotência, em contraposição à hipocrisia farisaica.

Mais do que os aspectos materiais do repouso sabático, Cristo punha em realce a finalidade sobrenatural do terceiro preceito do Decálogo, esquecida pelos escribas e fariseus: “Lembra-te de santificar o dia de sábado” (Ex 20, 8).

O domingo, plenitude do sábado

Na Nova Aliança o dia de preceito passou a ser o domingo, ficando o sábado, conforme ensina o Doutor Angélico, dedicado à gloriosa Virgem Maria, porque sua fé permaneceu íntegra nesse dia em que Cristo jazia morto no sepulcro.1

Enquanto primeiro dia da semana, o domingo lembra a primeira criação; mas enquanto oitavo dia, posterior ao sábado, significa a nova criação inaugurada pela Ressurreição de Cristo. E por isso, lê-se no Catecismo, o domingo “leva à plenitude, na Páscoa de Cristo, a verdade espiritual do sábado judeu e anuncia o repouso eterno do homem em Deus. Pois o culto da Lei preparava o mistério de Cristo e o que nele se praticava prefigurava, de alguma forma, algum aspecto de Cristo”.2

A observância do domingo, explica São Tomás de Aquino, “substitui a do sábado, não em virtude da lei, mas em virtude da determinação da Igreja e do costume do povo cristão. Esta observância não é figurativa, como era a do sábado na antiga Lei, e é a razão pela qual a interdição de trabalho aos domingos não é tão rígida quanto era a do sábado; certos trabalhos, como os da cozinha, que eram proibidos no sábado, são permitidos aos domingos […] Porque aquilo que é figurativo serve para manifestar a verdade e não permite a menor modificação. Mas os trabalhos considerados em si mesmos podem variar segundo as circunstâncias de tempo e lugar”.3

Trata-se, portanto, não de simplesmente repousar à maneira da antiga Lei, mas de abster-se “dos trabalhos ou atividades que impedem o culto devido a Deus, a alegria própria ao dia do Senhor, a prática das obras de misericórdia e o descanso conveniente do espírito e do corpo”.4

O Terceiro Mandamento da Lei de Deus

Os três primeiros Mandamentos da Lei de Deus, estão intimamente unidos à virtude da Religião que é, segundo o padre Royo Marín, “a primeira e mais excelente das virtudes morais, incluindo as próprias virtudes cardeais”.5 Pelo cumprimento do primeiro (Amar a Deus sobre todas as coisas), tributamos-Lhe o amor de nosso coração; pelo segundo (Não tomar seu santo Nome em vão), o de nossos lábios; e pelo terceiro (Santificar os domingos e festas de guarda), manifestamos-Lhe esse amor por meio de nossas ações.6

O Terceiro Mandamento, ensina-nos a Santa Igreja, “observa a prescrição moral naturalmente inscrita no coração do homem de prestar a Deus um culto exterior, visível, público e regular, sob o signo de seu benefício universal para com os homens”.7 E por isso ela nos manda assistir à Celebração Eucarística no próprio domingo ou na tarde anterior, incorrendo em falta grave quem não o fizer.8 Excetuam- se os casos de dispensa da legítima autoridade, de grave incômodo – como, por exemplo, doença, necessidade de sustentar economicamente a família -, ou o desempenho de ofícios destinados ao bem comum, como plantão médico ou serviço militar.

Devemos, portanto, além de não faltar à Missa aos domingos e outros dias de preceito (como Natal, Corpus Christi, etc.), abster-nos dos trabalhos servis. Acima de tudo, porém, nos sete dias da semana e muito especialmente no domingo, temos obrigação de evitar a todo custo essa péssima obra servil chamada pecado, pois “todo homem que se entrega ao pecado torna-se seu escravo” (Jo 8, 34).

Terceiro Mandamento e virtudes cardeais

O culto à velocidade e o delírio da ganância – frutos da revolução industrial – exacerbaram uma série de tendências que desequilibraram a alma humana. Sem atacar diretamente a Fé, a Esperança e a Caridade, tornaram difícil a prática das virtudes cardeais: Justiça, Temperança, Fortaleza e Prudência.

A virtude da Justiça, da qual deriva a de Religião, faz-nos dar a cada ser o seu devido valor, máxime quando se trata de Deus. A Temperança modera a atração pelos prazeres, assegura o domínio da vontade sobre os instintos, mantém os desejos dentro dos limites da honestidade. A Fortaleza sustenta a alma nos momentos de dificuldades, dá firmeza para resistir às tentações e força para vencer os obstáculos. E, por fim, a Prudência ajuda a discernir o verdadeiro bem e a escolher os meios adequados para alcançá-lo.

Ora, não é ato de perfeita justiça dedicar ao Autor do tempo e da vida pelo menos um dia na semana? Há algo mais temperante do que repousar das ocupações profanas e elevar as vistas da alma para as realidades celestes? Não é preciso fortaleza para o homem deter-se e analisar sua conduta durante a semana, reconhecer suas faltas e tomar a firme decisão de emendar-se? E quem assim procede mostra-se realmente prudente, optando por trilhar o caminho que o mantém na amizade de Deus, o Bem verdadeiro e absoluto.

1 Cf. SÃO TOMÁS DE AQUINO. Les Commandements. Paris: Nouvelles Editions Latines, 1970, p.121.
2 CCE 2175.
3 SÃO TOMÁS DE AQUINO. Suma Teológica. II-II, q.122, a.4, ad.4.
4 CCE 2185.
5 ROYO MARÍN, OP, Antonio. Teología Moral para seglares: moral fundamental y especial. 7.ed. Madrid: BAC, 2007, v.I, p.329.
6 Cf. SÃO TOMÁS DE AQUINO, Les Commandements, op.cit., p.115.
7 CCE 2176.
8 Cf. CCE 2180-2181.

Fonte: Revista Arautos do Evangelho, Jun/2012, n. 126, p. 37 à 39.

 

 

           

 

 

 

APRENDENDO A ORAR

 

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"O pássaro voa, o peixe nada, o homem ora." Santo Isaac, o Sírio)

 

Autor: Pe. José Alem

 

A oração é expressão de amor puro, de um amor que nada mais deseja senão amar.

Olhando para Jesus, tal como nos revela o Evangelho, aprendemos que orar é um caminho que se vai descobrindo e ao mesmo tempo construindo. É um processo que se inicia, sobretudo, com a abertura do coração, da alma e do espírito a Deus.

O primeiro passo nesse processo de oração é, pois, a abertura. Orar significa procurar e acolher essa presença em nossa vida. É uma decisão de querer estar diante de Deus de um modo mais pessoal e totalitário. É o desejo de estabelecer com Ele um diálogo de amor. O amor é, porém, mais presença do que palavra, mais acolhida que reflexão, mais dom que resposta. Assim é a oração. Um encontro de presença mais do que palavras, de acolhida mais do que reflexão, mais dom de si do que repetição memorizada de fórmulas.

Reservar momentos de oração nas múltiplas atividades de cada dia é abrir espaço para uma transformação de toda a nossa vida. Orar é também transformar-se e consequentemente transformar tudo o que pensamos e fazemos.

A oração cristã é ação da pessoa do Espírito Santo em nós. É o Espírito Santo que nos dá condições de acolher nossa vida e expressá-la em oração. Ele mesmo que nos dá condições de orar. O Espírito Santo possibilita entender que a oração não é apenas expressão de nossos esforços humanos. Deus é nosso parceiro nesse diálogo e Ele mesmo, com seu silêncio, seu amor, seu dom nos mostra como é que se entra em diálogo com Ele e com as pessoas. Vivendo uma vida de intimidade com o Espírito Santo podemos descobrir aos poucos que o menor gesto, os menores atos de nossa vida podem ser transformados em oração, se são feitos por amor. A oração faz entrar em nosso ser a força de Deus. Essa força é um dos dons mais preciosos do Espírito Santo, que nos possibilita resistir às tentações e nos impulsiona a uma fidelidade sempre mais profunda em relação à busca sincera do sentido de nossa existência nele.

Deus quer nossa oração, pois Ele deseja o nosso amor.

Orar é o ato mais corajoso do ser humano, pois revela o respeito por si mesmo e ao mesmo tempo sua total confiança em Deus. Quando oramos estamos dando a nós condições de crescer, de amadurecer, de alargar o nosso coração às dimensões do Coração de Cristo, possibilitando assim nosso pleno desenvolvimento. Ao mesmo tempo, a oração nos faz reconhecer que nossa força e nosso sentido estão Nele e nós não somos capazes de ser o nosso próprio destino.

Nossas atividades só podem ser ricas de valores e sentido se nascem de nosso diálogo amoroso com Deus na oração. É orando que fecundamos nosso trabalho, nosso apostolado, nossas ações. É orando que nos tornamos mais plenamento humanos e mais autênticos filhos de Deus.

Nunca deixamos de aprender na vida. Toda nossa existência é uma possibilidade contínua de descoberta, de aprendizado sobre essa própria existência. Como tudo na vida humana, também a oração precisa ser aprendida. É um aprendizado permanente que se renova em cada oração e cada um vai encontrando uma nova e criativa possibilidade. 

Oramos, desde que haja desejo de orar. Assim como o desejo de amar já é amor, também o desejo de orar já é oração. Por isso, o silêncio, tanto quanto a palavra, pode ser um meio de exprimir nosso amor, nossa oração.

Orar, portanto, não é só falar, mas é, sobretudo, escutar, acolher, entender o que Deus nos fala, pois o amor não é antes de tudo palavra, mas acolhida. Diálogo não é tanto falar como escutar e compreender. Assim é, pois, a oração.

Uma oração simples agrada mais ao Senhor. A simplicidade expressa mais sinceramente nosso ser, desmascara nossas aparências e nos coloca no essencial.

Para sermos humanos, necessitamos orar. O que nos distingue de todos os seres da criação é a condição de sermos seres que oram. Se entendermos bem o sentido da oração, ela inclui e supõe todas as áreas e dimensões do ser humano e se torna o ápice de nossa humanidade.

 

Fonte: Revista Ave Maria - Agosto 2018.

POESIA & CARMELO

 
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POESIA: O SILÊNCIO É PODEROSO

 

No silêncio, Deus age

No silêncio, Deus fala

No silêncio, Deus ama

 

No silêncio, Deus nos inspira

No silêncio, Deus nos motiva

No silêncio, Deus nos fortifica

 

No silêncio, nós O ouvimos

No silêncio, nós nos ouvimos

No silêncio, nós amamos

 

No silêncio do Carmelo, oramos

No silêncio do Carmelo, louvamos

No silêncio do Carmelo, contemplamos

 

Luciano Dídimo, OCDS

Ser Carmelita

 
 
 
Vocação – palavra que usamos habitualmente e não sabemos bem o seu significado.
 
Vocação: é a graça que Deus nos concede para que possamos realizar aquilo a que nos chama.
 
É a capacitação que Deus nos concede para realizar algo. Deus capacita todos os chamados, ou seja, ele dá os meios, os instrumentos para segui-Lo.
 
Chamados a ser carmelita.
 
Se Deus te chamou a vida carmelitana, quer dizer que Ele te deu tudo o que necessitas para chegar a ser um bom carmelita.
 
Deus não chama ninguém a mediocridade.
 
Deus chama a ser em plenitude.
 
Ser carmelita é uma vocação específica, diferente de qualquer outra família religiosa. Ser carmelita é diferente de ser capuchinho, diferente de ser beneditino, diferente de ser marista, diferente de ser diocesano.
 
Por que é diferente?
 
Porque temos um carisma próprio – peculiar – de viver o Evangelho.
 
Temos um estilo, um modo, um jeito de seguir Jesus Cristo diferente das outras Congregações religiosas.
 
O que é ser Carmelita?
 
1º) Ser uma pessoa de oração.
 
Somos conhecidos na Igreja como uma família dedicada à oração. Precisamos mudar a nossa mentalidade a respeito da oração.
 
A oração não pode ser apenas um momento de repetir fórmulas prontas, mas um momento de intimidade com Deus.
 
A oração para nós “é um relacionamento de amizade com Aquele que sabemos que nos ama”.
 
A oração nasce da necessidade de um coração fascinado – atraído – enamorado – encantado por Deus.
A oração é...
- a água que vitaliza;
- o sol que ilumina;
- o motor que move e
- o alimento que fortalece
Ser orante e não apenas fazer oração. Viver na presença de Deus. Colocar os nossos olhos unicamente no Cristo. No dizer de Santa Teresinha: “Não se passou três minutos de minha vida sem que eu pensasse em Deus”.
 
2º) Viver em fraternidade.
 
O desejo de Santa Teresa de que reinasse em nossas comunidades o espírito de família.
 
Fraternidade = Frater = Frei = Irmão. Devemos viver como irmãos uns dos outros.
 
Diz Santa Teresa: Nessa casa ...
- todos hão de se amar;
- todos hão de ser amigos;
- todos hão de se querer bem;
- todos hão de se ajudar;
- todos hão de ser iguais.
 
Para tanto precisamos dialogar. Conhecer para amar.
 
Quanto mais santa tanto melhor de conviver.
 
3º) Ser alegre.
 
Com Santa Teresa se retoma o aspecto festivo da Vida religiosa.
 
Devemos ser realizados em nossa vocação e dar testemunho da alegria de ser carmelita.
 
Devo viver a minha vocação com alegria e não como um peso ou um castigo.
 
Diz Santa Teresa: “De santos tristes, livre-nos Deus”.
 
Não pessoas azedas, não pessoas carrancudas, não pessoas fechadas em si mesma, mas sim pessoas alegres, vibrantes, contentes, entusiasmadas.
 
Quanto mais santo, tanto mais alegre.
 
Por isso Santa Teresa introduz juntamente com as duas horas de oração mental, duas horas de recreação. Momento de lazer, de diversão comunitária.
 
4º) Amar e servir a Igreja.
 
Santa Teresa contempla as grandes necessidades da Igreja em sua época e busca fazer tudo o que está ao seu alcance para ajudar a Igreja.
 
Amor filial: “Enfim morro filha da Igreja”
 
Quis que seus filhos estivessem ao serviço da Igreja: “Se não servires a Igreja, não terá cumprido com sua vocação”.
 
Comunhão – adesão –membros desse Corpo de Cristo.
 
Temos uma missão dentro da Igreja: FAZER COM QUE TODOS SEJAM AMIGOS FORTES DE DEUS.
 
5º) Ter a Virgem Maria como Mãe, Irmã, Modelo e Protetora.
 
O Carmelo é todo de Maria.
 
Desde o nosso nascimento no Monte Carmelo carregamos essa inestimável graça de ser reconhecidos como a Ordem de Maria.
 
Maria muito mais que nossa mãe e protetora é o grande modelo de vida. Ela é a que ouve a palavra, medita em seu coração e a põe em prática.
 
Para ouvir a Deus precisamos silenciar, por isso o carmelita é um grande amante do silêncio. No dizer de São João da Cruz: “Uma só palavra falou o Pai, Jesus Cristo, e falou no eterno silêncio e em silêncio deve ser ouvido pela alma”.
 


 

Para meditar devemos estar em sintonia com Deus, nos desligar de outras preocupações e aprender do próprio Deus. Ele é o nosso “Mestre interior”, o nosso “Livro vivo”.





Postado por Edna de Jesus no Blog da Comunidade Santa Teresinha do Menino Jesus - OCDS - São Roque em 1/25/2014 12:48:00 AM

O ESCUDO DA ORDEM

 

 

A representação do escudo carmelita aparece pela primeira vez em 1499 na capa de um livro sobre a vida de Santo Alberto. Neste desenho o símbolo gráfico aparece sob a forma de um vexillum (estandarte), que logo depois foi modificando-se nos detalhes até assumir a atual forma de escudo heráldico. Não existe uma explicação oficial do escudo, e, por isso mesmo, há uma diversidade de interpretações. Apresentamos aqui as interpretações mais comuns e sensatas.

No escudo tradicionalmente utilizado encontramos 6 elementos:

Uma montanha

Uma montanha estilizada, em geral de cor marrom, com as ladeiras curvadas, cujo cimo se projeta para o céu. Refere-se ao Monte Carmelo, lugar de origem da Ordem do Carmo, mas também categoria que simboliza um caminho espiritual, um projeto de vida, um itinerário para a união com Deus.

Uma cruz no cimo da montanha

No século XVII os Carmelitas Descalços ajuntam uma cruz no cimo da montanha. Também algumas províncias dos Calçados a usam também a partir deste mesmo século, especialmente na espanha. A Província Ciciliana dos Carmelitas da Antiga Observância colocavam a cruz da terra santa no alto do monte. Com o tempo o símbolo foi se definindo como distintivo dos descalços. A Cruz, nossa única esperança, representa o amado Cristo a quem o Carmelita serve com sua consagração e a quem busca unir-se.

Três estrelas

Os símbolos do escudo que mais gera diferentes interpretações são justamente estas estrelas. Uma, dourada, no centro do monte, abaixo; outras duas douradas fora do monte, no céu. Uma interpretação comum interpreta as estrelas como símbolos de personagens importantes da Ordem, estrelas de primeira grandeza, portanto, que brilham no céu do Carmelo. Na lógica desta interpretação a estrela do centro seria o símbolo da Virgem Maria e as outras duas Santa Teresa e São João da Cruz, para os Descalços; Santo Elias e Santo Eliseu, para os Calçados. Alguns ainda querem que uma das duas estrelas acima represente São José. Mas há uma outra interpretação que leva em conta o lugar das estrelas e o fato da Virgem Maria já estar representada no escudo com a Coroa de 12 estrelas. Por isso, segundo esta tradição, a estrela que está no centro do monte, de cor prata, representaria todos os frades que escalam o monte em sua vida terrena, destinados a alcançar a glória de Deus em seu cume. A estrela está no centro, na senda do nada que leva diretamente ao alto. As duas estrelas, de ouro, no céu, representa todos os irmãos que, tendo escalado o monte, reinam com Cristo e a Virgem no céu e intercedem, e iluminam os que ainda ascendem o mesmo monte.

Uma coroa de 12 estrelas

Este é o símbolo incontestável da Virgem Maria segundo a visão de São João no Apocalipse (Apoc 12,1) e por antiga tradição vista como símbolo de Maria, mãe da Igreja, rainha dos apóstolos (12), fundamentos do novo povo de Deus.

Um braço com uma espada de fogo

O braço, segurando a espada de fogo, é inequívoca representação do profeta Elias, pai e inspirador da Ordem, zeloso do Senhor.

Uma faixa com uma inscrição

A faixa, enrolada na espada de Elias, traz a frase do profeta ao ser questionado por Deus sobre o que fazia: “estou ardendo de zelo pelo Senhor Deus dos Exércitos” [1 Re 19,10]. É o grande lema do carmelita que busca a face de Deus, se apaixona por Ele e dedica cada fibra de si mesmo pela sua causa, vivendo em obséquio de seu Cristo, rosto visível de Deus.
 



Fonte: https://www.carmelo.com.br/

 


 

Tópico: Página inicial

Filmes

Data: 02/03/2013 | De: Gabriel

Olá, Gostaria de saber nomes de filmes que é relacionado aos Carmelitas e seus Santos.
Obrigado.

Re:Filmes

Data: 04/03/2013 | De: Juliana

Olá Gabriel,

PAZ E ALEGRIA!
Graças ao Bom Deus, temos várias produções de filmes, para conhecermos um pouco mais da vida dos santos, que se complementa sempre com a leitura de seus escritos.

Tem uma série sobre a vida de Santa Teresa de Jesus, dividida em 8 capítulos, pode ser encontrado na integra no you tube. Chama-se Teresa de Jesus.
De Santa Teresinha do Menino Jesus tem uma produção francesa Thérese, também disponível no you tube.
De Santa Teresa Benedita da Cruz (Edith Stein) - A Sétima Morada, em DVD. (Editora Paulinas)
Do beato Tito Brandsma - Duas Cruzes em DVD. (Editora Paulinas)
De Santa Teresa dos Andes - Com mesmo título, são 3 dvds. (Editora Paulinas)
Das Carmelitas Mártires de Compiégne - Filme antigo em preto e branco, disponível no you tube. Produção francesa excelente.
Que conhecendo mais você possa se apaixonar pelo Carmelo! Fica com Deus!

Orações pelo Santo Padre e pelo Conclave

Data: 19/02/2013 | De: Grupo Flor do Carmelo

Queridos irmãos e irmãs em Cristo,

Neste período de mudanças, oremos para que o Espírito Santo ilumine e fortaleça o Santo Padre nos últimos dias de seu pontificado e conceda a Sabedoria e Entendimento necessários aos nossos cardeais para bem escolherem o novo Papa. E que o Senhor capacite e fortaleça o novo Papa! Oremos todos, ofereçamos todos nossos sacrifícios por uma boa e santa escolha. Deus os abençoe!

Irmãs Carmelitas em Marília

Data: 17/01/2013 | De: Paula Leme

Gostaria de saber se na cidade de Marília existe algum mosteiro das irmãs carmelitas, ou a cidade mais próxima onde eu poss encontrá-las... Grata

Re:Irmãs Carmelitas em Marília

Data: 22/01/2013 | De: Juliana

Olá Paula,
Paz e alegria!
Mosteiro de irmãs carmelitas mais próximo de você, seria em Franca ou Piracicaba. Entre no site: www.carmelo.com.br, tem o endereço de todos os Carmelos no Brasil, assim você poderá entrar em contato com elas. Você deseja ser carmelita? Que o Senhor a abençoe na sua busca... Fraterno abraço.

FELIZ NATAL DO SENHOR A TODOS!

Data: 25/12/2012 | De: Grupo Flor do Carmelo

Queridos irmãos e irmãs em Cristo,

Desejamos um Santo e Feliz Natal do Senhor a todos vocês e seus familiares. E que o Menino Jesus derrame sua bençãos sobre toda a Família Carmelitana!
Um fraterno abraço.

Parabéns

Data: 09/12/2012 | De: Luciano Dídimo

Parabéns ao Grupo Flor do Carmelo pela entrada na Associação e pela iniciativa do blog, que faz com que possamos levar a espiritualidade carmelitana ao mundo de forma criativa e interativa. Grande abraço!

Re:Parabéns

Data: 10/12/2012 | De: Juliana

Obrigado Luciano por todo o apoio que nos tem dado e por sua contribuição para cada um de nós refletirmos com alegria e profundidade este tempo do Advento. Deus o abençoe!

Parabens

Data: 15/11/2012 | De: Izildinha

Oi Juliana,gostei muito que os Santos e Santas Camelitas estejam intercedendo por nosso grupo.
Bom feriado

parabéns

Data: 10/11/2012 | De: Maria Eduarda

Gostei muito da iniciativa de vocês e o blog esta muito alegre e cheio de amor!!!
Beijos
maria eduarda

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